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Quatro pessoas constituídas arguidas pela morte de jovem após salto de rope jumping sem cordas em São Paulo

Jovem foi lançada a 40 metros da superfície, uma altura superior ao Cristo Redentor.

14 de julho de 2026 às 22:29

A Justiça brasileira constituiu, esta terça-feira, como arguidos os quatro detidos pela morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, após salto de rope jumping sem cordas em São Paulo, noticia o G1. Estão em causa os crimes de homicídio qualificado e fraude processual.

Os acusados são Luis Felipe Feliciano Egoroff, Maicon Fernandes Cintra, Vitor de Freitas Gonçalves e Evelyne dos Santos Gonçalves. No caso de Evelyne, a prisão temporária foi convertida em preventiva, mantendo o regime aplicado aos outros três réus.

Paralelamente, o processo foi arquivado para Kauê Felipe Silva Silveira, Luís Gustavo de Oliveira, João Antonio Pivetta Ribeiro da Silva e Gabriel Barros Martins, por falta de provas de envolvimento com o caso.

O Ministério Público sustenta que os responsáveis pela organização do salto "tinham pleno conhecimento dos riscos da atividade", mas negligenciaram medidas de segurança elementares, como a verificação da ligação da corda e a dupla averiguação dos equipamentos. A acusação destaca ainda que o grupo operava sem uma definição clara de funções e priorizava o lucro e a promoção da atividade nas redes sociais em detrimento da segurança dos participantes, falhando no cumprimento das exigências legais exigidas para este tipo de prática.

O ocorrido aconteceu no dia 13 de junho, durante uma atividade de rope jump na "Ponte do Esqueleto" (40 metros de altura), entre Limeira e Cordeirópolis, que é mais alta do que o Cristo Redentor (38 metros de altura).

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