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MICRONOVELA

Herança de sangue Há heranças que não se escolhem.

Rope jumping: a modalidade radical onde uma jovem de 21 anos morreu após ser lançada sem corda

Desporto radical exige sistemas complexos de ancoragem e segurança.

15 de junho de 2026 às 10:42

Maria Eduarda de Freitas, de 21 anos, morreu no passado sábado após ser lançada sem corda durante um salto em Limeira, São Paulo, no Brasil. A jovem decidiu praticar 'Rope jumping', uma modalidade radical pouco conhecida e muitas vezes confundida com 'Bungee Jumping'. 

No 'Rope Jumping', o praticante salta de locais como pontes, viadutos ou prédios, preso a cordas de escalada que estão conectadas com um sistema de ancoragem. O objetivo é transformar quem salta num "pêndulo humano", sempre com um planeamento prévio exigente relacionado com cálculos de altura, resistência dos equipamentos e posicionamento de pontos de ancoragem. No 'Bungee Jumping' são utilizadas cordas elásticas.

Maria Freitas foi lançada da Ponte do Esqueleto, uma estrutura que está desativada a veículos há 30 anos, tem cerca de 40 metros de altura e é conhecida por acolher atividades radicais. 

Em abril de 2024, Kelly Stefani de Oliveira Alves, uma ciclista de 39 anos, morreu após cair da ponte. 

Recorde-se que a morte de Maria Eduarda chocou o Brasil e o mundo. Vários vídeos foram partilhados nas redes sociais onde se vê a jovem a ser atirada por três homens que se esqueceram de lhe colocar a corda. Maria teve morte imediata. 

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