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Correio da Manhã

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Robert Bowers, o suspeito de matar onze pessoas numa sinagoga nos EUA

Atirador avisou nas redes sociais que não ia ficar sentado ao ver o seu povo ser massacrado.
27 de Outubro de 2018 às 18:31
Suspeito do tiroteio na Sinagoga, Robert Bowers
 Suspeito do tiroteio na Sinagoga, Robert Bowers
Suspeito do tiroteio na Sinagoga, Robert Bowers
Suspeito do tiroteio na Sinagoga, Robert Bowers
 Suspeito do tiroteio na Sinagoga, Robert Bowers
Suspeito do tiroteio na Sinagoga, Robert Bowers
Suspeito do tiroteio na Sinagoga, Robert Bowers
 Suspeito do tiroteio na Sinagoga, Robert Bowers
Suspeito do tiroteio na Sinagoga, Robert Bowers
Robert Bowers é o nome do suspeito de 46 anos detido este sábado numa sinagoga em Pittsburgh nos Estados Unidos, depois de ter matado onze pessoas e ferido outras seis, avança a CNN.

Bowers tem um historial de extremismo e é um conhecido antisemitista. O criminoso é bastante ativo na rede social Gab, e horas antes do ataque avisou que não iria ficar sentado ao ver o seu povo ser massacrado.

Este homem é um crítico de Donald Trump. Bowers defende que o presidente dos Estados Unidos é um "globalista" e não um "nacionalista".

O presidente dos EUA reagiu ao tiroteio e defendeu a pena de morte na sequência deste tipo de crimes.

O suspeito disparou sobre o grupo de pessoas que se encontrava no interior do local de culto, que se encontrava cheio, enquanto gritava que "os judeus deviam todos ser mortos".

Onze pessoas morreram e seis ficaram feridas na sequência deste ataque, entre os feridos estão quatro polícias.


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