Separatistas catalães no banco dos réus

Defesas questionam imparcialidade dos juízes do Supremo Tribunal de Justiça.
Por Ricardo Ramos|13.02.19
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O aguardado julgamento dos doze ex-dirigentes independentistas catalães acusados de rebelião e desvio de fundos por causa da organização do referendo ilegal de 2017 sobre a independência da Catalunha teve esta terça-feira início no Supremo Tribunal de Justiça, em Madrid, num momento político delicado em que os partidos independentistas catalães se preparam para chumbar, já hoje, o Orçamento de Estado e derrubar o governo socialista de Pedro Sánchez.

A sessão inicial do julgamento sentou pela primeira vez no banco dos réus os nove acusados em prisão preventiva - Oriol Junqueras, Raul Romeva, Jordi Turull, Joaquín Forn, Dolors Bassa, Josep Rull, Carme Forcadell, Jordi Sánchez e Jordi Cuixart – que respondem, na sua maioria, por rebelião e desvio de fundos públcios e os três que aguardaram o julgamento em liberdade - Santi Vila, Meritxel Borràs e Carles Mundó, todos processados por desvio de fundos e desobediência.

Apesar de ter ficado, essencialmente, marcada por questões processuais, esta sessão inaugural deu para perceber que a estratégia das defesas passa por colocar em causa a legitimidade e imparcialidade do Supremo Tribunal para julgar os acusados e pela denúncia de violação dos seus direitos fundamentais.

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