Barra Cofina

Correio da Manhã

Mundo
2

Schulz abandona coligação de governo com Merkel na Alemanha

SPD anuncia que partido vai dedicar-se a liderar a oposição.
J.C.M. 24 de Setembro de 2017 às 18:01
Martin Schulz, líder do partido SPD, da Alemanha
Martin Schulz, líder do partido SPD, da Alemanha
Martin Schulz, líder do partido SPD, da Alemanha
Martin Schulz, líder do partido SPD, da Alemanha
Martin Schulz, líder do partido SPD, da Alemanha
Martin Schulz, líder do partido SPD, da Alemanha
Martin Schulz, líder do partido SPD, da Alemanha
Martin Schulz, líder do partido SPD, da Alemanha
Martin Schulz, líder do partido SPD, da Alemanha
Martin Schulz, líder do partido SPD, da Alemanha
Martin Schulz, líder do partido SPD, da Alemanha
Martin Schulz, líder do partido SPD, da Alemanha
Martin Schulz, líder do partido SPD, da Alemanha
Martin Schulz, líder do partido SPD, da Alemanha
Martin Schulz, líder do partido SPD, da Alemanha
Martin Schulz, líder do partido SPD, da Alemanha
Martin Schulz, líder do partido SPD, da Alemanha
Martin Schulz, líder do partido SPD, da Alemanha
As primeiras consequências das eleições na Alemanha começam a tomar forma. Como já tinha anunciado na campanha eleitoral, Martin Schulz, líder dos socias-democratas do SPD vai romper a grande coligação que governou o país nos últimos quatro anos.

"Com o resultado desta noite, a cooperação entre a CDU [partido de Merkel] e o SPD vai acabar. Estamos todos de acordo em tornar-nos no maior partido da oposição", disse Shulz em reação às primeiras projeções, que dão ao partido do ex-presidente do Parlamento Europeu 20% dos votos, longe dos 32% de Merkel. Esta é a pior votação de sempre dos socias democratas.

"A nossa próxima tarefa é cerrar fileiras e trabalhar ombro a ombro como um partido outra vez. Discutiremos os resultados sem 'ses' ou 'mas' e tiraremos tempo para pensar", disse Schulz este domingo, citado pelo Guardian.

O líder dos sociais-democratas admite a deceção pelos resultados. "Esta é outra hora amarga na nossa história, mas a social-democracia tem sobrevivido e tem conseguido mostrar a sua força - mesmo quando confrontada com um partido da exprema-direita que mostrou a sua cara feia", acrescentou Schulz, numa alusão ao resultado do partido AfD, que cheogu a 13,5 % dos votos e elegeu pela primeira vez parlamentares de extrema-direita para o Bundestag, facto inédito desde o final da II Guerra Mundial.
SPD alemanhas merkel resultados eleições coligação
Ver comentários
Newsletter Diária Resumo das principais notícias do dia, de Portugal e do Mundo. (Enviada diariamente, às 9h e às 18h)