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Correio da Manhã

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Trabalhadoras do McDonald's em greve para lutar contra o assédio sexual

Paralisação ocorre no próximo dia 18 de setembro, terça-feira.
14 de Setembro de 2018 às 16:10
McDonald's
McDonald's
McDonald's
McDonald's é a maior cadeia mundial de restaurantes de fast food presente em 119 países através de 37 mil pontos de venda
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McDonald's é a maior cadeia mundial de restaurantes de fast food presente em 119 países através de 37 mil pontos de venda
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McDonald's é a maior cadeia mundial de restaurantes de fast food presente em 119 países através de 37 mil pontos de venda
McDonald's
As trabalhadoras das lojas McDonald's de dez cidades norte-americanas vão unir esforços e realizar uma greve no próximo dia 18 de setembro, terça-feira, para chamar a atenção da empresa para o assédio sexual que dizem ser vítimas no seu local de trabalho.

Inspirado pelo movimento #MeToo, que surgiu em Hollywood e que teve como protagonistas várias caras mundialmente conhecidas, esta greve laboral é provavelmente o primeiro protesto cujo motivo tem por base o assédio sexual. 

Estas funcionárias queixam-se de serem, entre outras coisas, apalpadas por chefes que lhes pedem sexo e se exibem para elas no local de trabalho. A paralisação vai ter lugar em Chicago, Los Angeles, Miami, Nova Orleães, St. Louis, São Francisco, entre outros locais.

Segundo a revista Vox, pelo menos dez mulheres apresentaram queixas de assédio sexual contra os restaurantes da McDonald's, e estima-se que agora sejam elas que estão na linha da frente desta paralisação, organizada em parceria com o Time's Up Legal Defense Fund, um grupo de assistência juridíca para trabalhadores vítimas de assédio sexual, e o Fight for $ 15, uma associação que luta por salários mais altos na indústria de fast food.
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