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UE rejeita "categoricamente" acusações de censura feitas por Mark Zuckerberg

Presidente do Conselho de Administração da Meta alegou que a legislação da União Europeia "institucionaliza a censura" no bloco comunitário.

08 de janeiro de 2025 às 12:54

A Comissão Europeia rejeitou esta quarta-feira "categoricamente" as acusações de censura feitas pelo presidente do Conselho de Administração da Meta, Mark Zuckerberg, e que fez eco de declarações feitas pelo empresário norte-americano Elon Musk, detentor da rede social X.

"Rejeitamos categoricamente qualquer alegação de censura", afirmou Paula Pinho, porta-voz da presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, em conferência de imprensa, em Bruxelas, capital da Bélgica e onde estão sediadas a maioria das instituições europeias.

Na terça-feira, Mark Zuckerberg alegou que a legislação da União Europeia "institucionaliza a censura" no bloco comunitário e "continua a dificultar a construção de algo inovador" nos países do bloco político-económico do qual Portugal faz parte.

As declarações do presidente do Conselho de Administração da Meta, grupo que detém as redes sociais Facebook, Instagram e WhatsApp, são eco de acusações feitas por Elon Musk, detentor do X (antigo Twitter) e do fabricante de automóveis Tesla.

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