O que faz um bom ministro? Palavras justas. Saber motivar, saber confortar, saber explicar. Capacidade de gestão. Talvez (mas não é obrigatório) alguma visão. Boas escolhas da equipa. Estratégia delineada e instrumentos para a pôr em prática. Firmeza sem dureza, simpatia sem fraqueza. Empatia natural e cultivada. Prontidão na resposta a crises. Presença de espírito. Frontalidade q.b., mas sempre gentil. Mais argúcia que astúcia.
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Somos um país abençoadamente pacífico, desde que a ditadura acabou.
Pode haver quem diga que Luís Neves não era de esquerda, só dizia coisas sensatas.
Até Ucrânia e Rússia sabem que, para fazer negociações, têm de se sentar à mesa de negociações.
O que mais me entristece é que, nos próximos cinco ou dez anos, vou deixar de lhe poder chamar Tozé.
Se o povo português teima em ser pobre, como irá o País para a frente?
Governo algum é responsável pelas intempéries súbitas, apenas pelo modo como lhes reage
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