Agora que o Chega se tornou a segunda maior força política em Portugal, graças aos votos da emigração portuguesa (que, ao contrário da estrangeira, é boa, porque é nossa), é altura de lembrar três boas histórias sobre a nossa identidade.
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Até Ucrânia e Rússia sabem que, para fazer negociações, têm de se sentar à mesa de negociações.
O que mais me entristece é que, nos próximos cinco ou dez anos, vou deixar de lhe poder chamar Tozé.
Se o povo português teima em ser pobre, como irá o País para a frente?
Governo algum é responsável pelas intempéries súbitas, apenas pelo modo como lhes reage
Este povo de onze milhões consome sozinho um quinto do bacalhau mundial.
Cada um vota com a razão, mas também com o coração.
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