Há uma história macabra que se conta de um certo país onde, por tradição, na rua, na cidade, ou nos campos, uma certa etnia ia sempre à frente - há séculos que era assim. Eles lideravam. E a certa altura houve uma inversão completa e aqueles homens começaram ‘gentilmente’ a deixar que um outro grupo - que normalmente andava atrás - passasse a liderar, a caminhar à frente do pelotão. Quando perguntaram ao líder dessa etnia, que sempre tinha ido à frente, porque é que, naquele território específico, deixava que os outros liderassem, ele terá respondido: “é que aqui houve guerra e deixaram muitas minas”.
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Quando dos dois lados há tanta desconfiança sobre a possibilidade de minas e armadilhas deixadas pelo outro – minas e armadilhas que podem ser jurídicas – dos dois lados se diz para o outro avançar.
Quem fala muito, não ouve – esta é uma das leis da anatomia humana e das instituições. Para além do fogo, o COP não ouviu a floresta.
A natureza guarda para si uma energia que nos ultrapassa a todos, nós, humanos. Uma energia bem superior à energia tecnológica que nos levou à lua e talvez nos leve a Marte.
No meio de notícias de pobreza extrema, uma bela história sobre os franciscanos e sobre a caridade.
Talvez a boa questão seja, afinal: como apresentar os melhores argumentos de forma apaixonada? Como infiltrar paixão na argumentação? Eis o grande objetivo de um bom político.
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