Gonçalo M. Tavares
EscritorA fama é por vezes uma gasolina para o suicídio ou a base para uma degradação psicológica rápida. Notícias recentes, e menos recentes, vão falando de atores famosos, por exemplo, em Portugal e não só, que deixam de ser vistos aos poucos. E depois, subitamente, aparece uma notícia e ficamos a saber que, infelizmente, estão abandonados, sem meios de sustento. Uma vez escrevi: “a fama é uma forma falsa de sair à rua”. E realmente, nas artes do espetáculo em particular, a questão da fama, de se estar muito exposto na televisão e não só, engana por completo. É uma forma falsa de vermos - ou de não vermos - o humano que por ali anda. Um humano não é uma fotografia nem uma imagem num ecrã. Uma fotografia não tem depressões nem tendências suicidas.
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A fama é por vezes para uma degradação psicológica rápida. Uma fotografia não tem depressões nem tendências suicidas.
O milagre não pode ser consequência de medidas políticas, se não seria o fim da fé e também da política.
Se há perigo na rua e na casa, para onde foge o humano? Onde está o abrigo?
As sirenes começam a tocar na Europa. Vem aí, claramente, uma corrida de 100 metros em direção ao armamento.
Cada micro-país clubístico poderia comprar canhões e obuses e bombardear a sério o território clubístico vizinho.
Quando dos dois lados há tanta desconfiança sobre a possibilidade de minas e armadilhas deixadas pelo outro – minas e armadilhas que podem ser jurídicas – dos dois lados se diz para o outro avançar.
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