Eis onde estamos, já a meio caminho do meio de 2026. Talvez os milionários não cuspam nas mãos de quem vai pedir e muitos até pratiquem a doação geral, uma filantropia bonitinha, de uma forma interessante e que parece genuína (há alguns casos, sim, de milionários caridosos), mas o aparecimento de milionários a falarem, em ficheiros secretos, sobre uma nova espécie humana arrepia. Uma nova espécie humana feita com os seus DNAs milionários, perfeitinhos da silva.
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É como se não bastasse que o humano fosse consumidor – precisa de ser consumidor e belo.
Robert F. Kennedy Jr, aos poucos lá vai destruindo o sistema de saúde com base em ideias medievais exibidas em ecrãs ignorantes. E só passou um ano.
Uma tempestade pode até derrubar lápides e redes de comunicação, mas não deita abaixo a necessidade de rituais.
E como os últimos filmes de Canijo mostram: o que se passa na tela não é uma vida menor ou falsa, é uma outra vida; uma outra possibilidade.
Imagens de pessoas comovidas, a oferecer comida e flores aos caminhantes pela paz. Pessoas que se ajoelham, mulheres e crianças emocionadas.
O que pesa mais para a vida dos humanos nas cidades, hoje — a morte de um conhecido ou o colapso do telemóvel?
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