Há uma alegria de festa neste dia que não me parece comparável com as que nos aparecem noutros dias do calendário. A celebração do 25 de Abril é uma espécie de aniversário não egoísta, não centrado numa pessoa, com as suas velas e a sua idade, mas antes uma festa de aniversário coletiva. Em vez de guloseimas ou projetos individuais, celebra-se neste dia, nas caminhadas que existem por todo o país, por um lado um momento histórico e, por outro, um projeto ou uma multiplicidade de projetos, muitos deles utópicos, mas ainda assim um projeto contínuo de um país mais equilibrado, mais atento aos mais velhos, aos mais novos, a todos.
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Uma celebração da liberdade, sim, mas também celebração do desenvolvimento económico. A pobreza que existia antes do 25 de Abril é algo que não se pode esquecer.
Nas notícias morrem os outros, os que não conhecemos. Morreram 250? Onde? Lá ao fundo.
Podemos pensar que a escola, a má escola, é uma espécie de aprendizagem dentro de um armário.
A ideia de democracia instalada no conhecimento científico é uma catástrofe.
As contas do meu rosário são como balas de artilharia, derrubo todos os demónios com uma única Ave-Maria.
Que sabemos nós de Leni, a cineasta de Hitler? Mulher bela, profissional exigente, personagem incrível, uma das mais perigosas mergulhadoras do século XX.
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