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MICRONOVELA

Refúgio Proibido Um refúgio. Dois corações. Mil segredos.

Presidente e primeiro-ministro com agendas separadas no 25 de Abril

CGTP já disse que quer fazer das comemorações “mais um momento alto” na rejeição da reforma laboral do Governo.

25 de abril de 2026 às 01:30

Se tudo correr como previsto, hoje, o Presidente da República e o primeiro-ministro só se cruzam na sessão solene que assinala 52.º Aniversário do 25 de Abril de 1974. No parlamento, só António José Seguro tomará a palavra, como habitualmente nesta ocasião. E, a partir daí, segue cada um o seu programa para celebrar a revolução. No Palacete de São Bento, sem a presença da comunicação social, Luís Montenegro almoça com Ruy de Carvalho e a família do ator, às 13h00. Meia hora depois, em Belém, abrem-se os jardins à população; às 14h00, acontece o mesmo, mas na residência oficial do líder do Governo. A oferta (ou concorrência) é variada. Seguro programou música e poesia (Agir & Paulo de Carvalho, às 15h00), e uma conversa com 25 jovens, às 17h00. Os jardins encerram às 19h00 (a última entrada é às 17h45) e, a seguir, o chefe de Estado vai para o jantar organizado pela Associação 25 de Abril, na Estufa Fria, em Lisboa. Os capitães convidaram o Presidente, Marcelo Rebelo de Sousa, mas deixaram de fora membros do Governo.

Segundo o Expresso, à mesa deverá estar o museu do 25 de Abril, cuja obra acabou por não merecer financiamento do Executivo, apesar de ter sido anunciada. De resto, no dia em que se celebra a liberdade, Montenegro não tem agendado sair de casa. Em São Bento, vai assistir a um medley’s da Broadway (apresentado pela escola Broadway Kids, de Sintra, às 14h45), bem como às peças ‘As Bodas de Fígaro’ (pela escola Jobra Educação, de Albergaria-a-Velha, às 15h15) e ‘Crianças e Adultos’ (pela escola Boutique da Cultura, Lisboa, às 15h45). O tradicional desfile popular pela Avenida da Liberdade começa às 15h00 n oMarquês de Pombal. Em comunicado, a CGTP já disse que quer fazer das comemorações do 25 de Abril “mais um momento alto” na rejeição da reforma laboral do Governo e apela “à participação massiva dos trabalhadores”.

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