Continua a novela da ex-empresa de Luís Montenegro, que acabará em novas eleições - serão quatro em dez meses - destinadas a substituir um governo tão bom ou tão mau como o anterior por um terceiro do mesmo nível. E enquanto se perde tempo, energia e dinheiro com a partidarite acéfala, passam despercebidos ‘pormenores’ como a análise do Tribunal de Contas à situação da Segurança Social ou a proposta de Von der Leyen para nos endividarmos mais com o aumento do investimento em armas.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
No Irão, o aparelho repressivo continuará e ainda mais feroz.
Vini pode festejar como quiser, não pode é ser chamado de ‘macaco’.
Onde existir uma aldeia sem estrada, haverá uma câmara de TV.
Falta vontade para acabar com as 'quintas'.
O poder discricionário é um primeiro passo para a desordem civil
Foi em solidão que António José Seguro moldou o destino.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos