Vai-se espalhando como um vírus. Das mulheres agredidas por ajudarem os sem-abrigo, ao ator atacado quando ia trabalhar, multiplicam-se os atos de uma violência incentivada pelos ventos que sopram. E já não são apenas insultos, murros e pontapés, é pior ainda, como sucedeu com a tentativa de assassínio de adeptos de um clube, que regressavam a casa e viram o carro ser incendiado com eles lá dentro. Que diabo, se os bandidos que pegaram fogo a autocarros e barraram a fuga dos motoristas às chamas estão cá fora porque não passamos nós também à ação? – perguntam os criminosos.
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