O assassínio de um militar da GNR no Algarve remete-nos de novo para as miseráveis condições em que trabalham aqueles que zelam pela segurança coletiva. Desde logo, pela modéstia do ‘subsídio de risco’, excessivo apenas para os ‘funcionários’ que estão de rabo sentado em postos e esquadras, e que acorrem a contragosto às ocorrências, ou para os que passam por viaturas estacionadas em segunda fila ou nos passeios e seguem viagem para não se maçarem. Isto só para citar dois exemplos de negligência ou pouca vontade de trabalhar.
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