Os críticos do Estado Novo apontavam os ‘três F’ que eram o pilar do regime: Fado, Fátima e Futebol. Na democracia, apesar do fado ter sido consagrado património da Humanidade e Fátima ser um altar do Mundo, o futebol tem ainda muito mais peso. Tornou-se o mínimo denominador comum que une pessoas dos mais diferentes estratos sociais e económicos. O desporto-rei monopoliza o interesse das grandes massas. Os políticos aproveitam o futebol como uma arma para conquistar e consolidar poder. E os cidadãos vão na cantiga. Por se preocuparem mais com as escolhas do selecionador nacional ou com o plantel dos clubes, são muito mais exigentes com os treinadores e com os jogadores do que com os políticos que elegem.
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