É longa a mão de Putin. Não só estendeu a garra direita à Ucrânia, como a sua mão esquerda (que sabe muito bem o que faz a garra direita) se alarga à Europa. A mão esquerda de Putin, por cima da mesa, toca a do húngaro Viktor Orban ou a do primeiro-ministro eslovaco, enquanto, por baixo da mesa, aflora os dedos franceses de Le Pen, ou as mãos grossas da extrema-direita alemã. Putin fará tudo o que puder para influenciar as eleições francesas ou alemãs, como não se exime a alimentar o eixo iraniano, e por essa via, o Hamas no ataque a Israel e na trágica instabilidade no Médio Oriente. Na verdade, ao cantar a propaganda do Hamas, e o sórdido "do rio ao mar", o activismo esquerdista está, por mais inconsciente que seja, a alimentar o eixo que Putin engordou e engorda, enquanto financiador do Irão.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
O fim da bica curta é um novo começo.
Os cães da guerra estiveram, como nunca, à solta na Ucrânia.
Os idiotas úteis que se recusam ver o expansionismo de Putin, um dia até a Trump terão de agradecer.
Charlot converte fome e sobrevivência em dança e sonho: um princípio de vida, pois claro.
Há até árabes israelitas que defendem a ocupação de Gaza como única forma de libertar os palestinos do Hamas.
Por maior que seja a certeza de que poesia e política não são espelhos, assistir às contradições de HH, contrastar a sublime grandeza poética com a pequena miséria subserviente, gela quem se queira agarrar ao mito.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos