Também eu, como o Francisco J. Viegas, me apaixonei por Jane Birkin. “Ménage à trois”? O lento e intenso “Je t’aime, moi non plus” dancei-o tão alapado aos meus pares que houve queimaduras de primeiro grau onde não digo. Acrescento: Jane foi exemplo de empoderamento feminino, para usar a actual linguagem da treta. Casou jovem com John Barry, 13 anos mais velho. Deixou-o pelo desejo de saborear a França. Pegou fogo com o sátiro Serge Gainsbourg, do “Je t’aime”. Como ele lhe era infiel e alcoólico, largou-o para ir amar o cineasta Doillon. E eram tantas as saudades de Serge que o chamou para relação a três com Doillon.
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