Podemos tentar parar as ondas do mar com as palmas da mão. Palpita-me que será uma trabalheira de séculos, um labor de Sísifo. Foi o que pensei depois de saber que o sempre progressivo New York Times (NYT) se rendeu à Inteligência Artificial (IA). O jornal abençoou o uso dos produtos IA. Está já a treinar a redacção e autorizou a utilização da IA para dar apoio aos jornalistas – por exemplo, para a verificação da verdade de dados recebidos, mesmo para escrever alguns textos ou para sintetizar parágrafos e notícias. Um jornalista do NYT pode pedir à IA que lhe dê as perguntas a fazer a Montenegro sobre a sua empresa familiar. Ou pode pedir à IA que lhe resuma em duas ou três frases um dos belos romances do meu amigo Francisco José Viegas.
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O fim da bica curta é um novo começo.
Os cães da guerra estiveram, como nunca, à solta na Ucrânia.
Os idiotas úteis que se recusam ver o expansionismo de Putin, um dia até a Trump terão de agradecer.
Charlot converte fome e sobrevivência em dança e sonho: um princípio de vida, pois claro.
Há até árabes israelitas que defendem a ocupação de Gaza como única forma de libertar os palestinos do Hamas.
Por maior que seja a certeza de que poesia e política não são espelhos, assistir às contradições de HH, contrastar a sublime grandeza poética com a pequena miséria subserviente, gela quem se queira agarrar ao mito.
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