Há, em curso, uma burocratização do sexo. Vai falhar. Pensei nisso ao ler uma passagem do livro do meu amigo João Céu e Silva, ‘Longa Viagem com Filomena Mónica’. Conta a biografada que, convidada a casa de amigos, encontrou uma orgia: envolvia pessoas de que muito gosto e muito admirei. Já morreram. Eram católicos, ligados à revista anti-salazarista ‘O Tempo e o Modo’.
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O fim da bica curta é um novo começo.
Os cães da guerra estiveram, como nunca, à solta na Ucrânia.
Os idiotas úteis que se recusam ver o expansionismo de Putin, um dia até a Trump terão de agradecer.
Charlot converte fome e sobrevivência em dança e sonho: um princípio de vida, pois claro.
Há até árabes israelitas que defendem a ocupação de Gaza como única forma de libertar os palestinos do Hamas.
Por maior que seja a certeza de que poesia e política não são espelhos, assistir às contradições de HH, contrastar a sublime grandeza poética com a pequena miséria subserviente, gela quem se queira agarrar ao mito.
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