Ontem, no CM, Duarte Faria mencionou um abaixo-assinado que pede "um plano de preparação tecnológica da língua portuguesa para a era da inteligência artificial [IA]" - curiosamente, no mesmo dia em que um grupo de tradutores manifestava preocupações sobre o reconhecimento do seu papel em tempos de IA. A originalidade do abaixo-assinado é que, ao contrário do que é normal, não se põe com queixinhas, pedindo super- visão e controle; diz o essencial: daqui a pouco tempo, a utilização da língua portuguesa vai fazer-se com mediação tecnológica e IA. Precisamos de códigos abertos em português e cooperação entre ministérios da educação, economia, defesa, cultura e justiça para abordar o fu- turo da IA. Nada tem sido feito e suspeito que nada vá ser feito, esperando ‘diretivas’. Como a CPLP é uma agremiação desconexa, convinha que alguém tivesse um acesso de inteligência para evitar a nossa irrelevância no futuro - a IA é a sua porta de entrada.
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