Filho de um madeirense emigrado nos EUA que, na altura era casado com outra mulher, John Dos Passos não teve uma infância fácil e boa parte dela foi passada apenas com a mãe. O seu primeiro grande romance, e até hoje visto como um dos melhores, foi publicado aos 29 anos: ‘Manhattan Transfer’ (1925) é o modelo a partir do qual se escreveram centenas de histórias passadas em Nova Iorque, a cidade do dinheiro, implacável de crueldade e maravilhosa de memórias, cheia de vencedores e perdedores que partilham as suas experiências e a genealogia. A trilogia ‘USA’ começou a sair cinco anos depois, com ‘Paralelo 42’, um livro que marcou o “realismo americano’ e o próprio alinhamento político de Dos Passos, que só foi abalado pela experiência da guerra civil espanhola, a ruptura com Hemingway e a primeira visita à URSS. Esse alinhamento deslocou-se para a direita, e Dos Passos perdeu o favor da crítica – mas os livros estão aí, poderosos e ligados à sua ascendência portuguesa. Passam hoje 130 anos sobre o seu nascimento.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
John Dos Passos não teve uma infância fácil e boa parte dela foi passada apenas com a mãe. O seu primeiro grande romance, e até hoje visto como um dos melhores, foi publicado aos 29 anos.
A cinco dias das presidenciais, consolamo-nos em procurar uma figura sensata que entre em Belém com uma certa dignidade e alguma gramática.
Se os aiatolas fossem judeus, o activismo internacional já estaria em movimento.
Maduro é passado. Delcy Rodríguez é melhor? Trump promove a democracia? Não brinquem.
Empate técnico entre 5 candidatos, nas sondagens, acelerou pressão do voto útil.
Seguro teve a sorte de lembrarem que se absteve num Orçamento de Passos Coelho.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos