Sempre que há conversações sobre um qualquer diploma legal, a questão primordial é sobre o impacto no Orçamento de Estado. Parece avisado, porque quem responsavelmente gere os destinos públicos tem de dar cuidadoso fim às receitas dos impostos. Contudo, no caso do controlo da criminalidade, olvida-se que são os contribuintes honestos que sofrem e pagam todos os crimes, seja no furto do seu veículo, no ataque informático às suas contas, seja na fraude ao SNS.
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Nem tudo ficou concluído por Luís Neves na PJ.
Modernização? Faltam materiais de sustento do trabalho diário.
A dignidade de quem desaparece exige especialização, rapidez e coordenação.
Boa governação não é apenas decidir, é decidir a tempo.
Os polícias sabem que a integridade física – e, em casos raros, a própria vida – entra na equação no cumprimento do dever.
Os tribunais continuam a funcionar como sempre: em calamidade permanente, à última da hora, sem estratégia e à custa de quem lá trabalha.
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