Recentemente, numa operação de âmbito nacional que exigiu a mobilização de vários departamentos e cujos contornos exigiam disponibilidade e prontidão, mais de uma centena de investigadores aceitaram prescindir de um fim de semana para a realização das diligências que se impunham.A questão que se coloca às hierarquias é se consideram justos estes pagamentos e se desejam que as operações da Polícia Judiciária continuem a ser realizadas em regime de voluntariado.
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Nem tudo ficou concluído por Luís Neves na PJ.
Modernização? Faltam materiais de sustento do trabalho diário.
A dignidade de quem desaparece exige especialização, rapidez e coordenação.
Boa governação não é apenas decidir, é decidir a tempo.
Os polícias sabem que a integridade física – e, em casos raros, a própria vida – entra na equação no cumprimento do dever.
Os tribunais continuam a funcionar como sempre: em calamidade permanente, à última da hora, sem estratégia e à custa de quem lá trabalha.
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