No mês de janeiro e por causa da fraqueza do dólar americano o euro ficou muito forte. Está quase 20% acima da divisa americana. Mas esta força da moeda europeia não é uma boa notícia para a atividade económica, complica as exportações e torna muito mais baratas as importações, o que enfraquece o tecido produtivo e a robustez da economia europeia a médio prazo. O controlo da evolução cambial não é uma missão direta do Banco Central Europeu (BCE), que só se rege pela estabilidade de preços e se preocupa com vigilância apertada da inflação. Mas o euro forte tenderá a baixar a inflação para níveis inferiores aos da meta do BCE, o que significa que a autoridade monetária do euro fica com margem para baixar os juros e assim contribuir diretamente para uma cotação da divisa europeia mais próxima da congénere americana. Precisamos de um euro forte e fiável, mas um euro demasiado caro é um tiro no pé da nossa economia.
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