Estar a sul do Tejo, para as vítimas de crimes da competência da PJ, significa uma diferença substancial. Homicídios, crimes sexuais, roubos com arma de fogo, raptos ou incêndios podem ter, na fase inicial, respostas profundamente desiguais.
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Está em causa a salvaguarda da separação de poderes.
Nem tudo ficou concluído por Luís Neves na PJ.
Modernização? Faltam materiais de sustento do trabalho diário.
A dignidade de quem desaparece exige especialização, rapidez e coordenação.
Boa governação não é apenas decidir, é decidir a tempo.
Os polícias sabem que a integridade física – e, em casos raros, a própria vida – entra na equação no cumprimento do dever.
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