Segredo ou espetáculo?
Sistema penal que não reage aos seus próprios atropelos perde aquilo que mais pretende salvaguardar: a confiança pública na Justiça.
Sistema penal que não reage aos seus próprios atropelos perde aquilo que mais pretende salvaguardar: a confiança pública na Justiça.
Polícia Judiciária e Ministério da Justiça deveriam pugnar e ser exemplo de total transparência.
É vital que os trinta ‘formados’ passem o testemunho que receberam aos que vão entrando.
Há que prestar um melhor serviço. Cabe à Direção da PJ reforçar o efetivo de prevenção.
O prazo de 6 meses para regulamentação transformou-se em 6 anos. E continua a contar.
Pequenos problemas, ao longo do tempo, transformam-se em convulsões.
Esta época deve ser um tempo de família e de valorização do que é, verdadeiramente, essencial na vida.
Não basta distribuir panfletos sobre burnout.
Quando esse equilíbrio é quebrado, instala-se o enriquecimento sem causa da entidade empregadora.
A herança é pesada, fruto de anos de inoperância.
A colaboração deve ser direta, sem organismos a superintendê-la.
Numa democracia madura, não pode haver leis facultativas.
Corrigir esta distorção não é um privilégio, é uma necessidade.
A passagem à disponibilidade começa com opacidade e termina com uma espécie de despejo.
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