Após quase quatro décadas de serviço público, seria expectável que a passagem à disponibilidade fosse um processo planeado e articulado entre o trabalhador e a instituição. Um momento de transição faseada que conciliasse os condicionalismos pessoais de uma nova etapa da vida com os interesses da PJ, que perde um elemento experiente e conhecedor, com saberes para transferir para as gerações futuras.
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Não faltam regras, mas sim decisão política.
Problema: é nestes escassos quadros que se procura um novo DN.
Há hoje condições para construir soluções equilibradas.
Não se compreende como é que a tutela é tão resistente em ouvir a ASFIC/PJ.
No digital todas as palavras deixam impressão.
Esperamos que a decisão de permitir a excecionalidade dos limites de remuneração seja também autorizada na PJ.
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