Após quase quatro décadas de serviço público, seria expectável que a passagem à disponibilidade fosse um processo planeado e articulado entre o trabalhador e a instituição. Um momento de transição faseada que conciliasse os condicionalismos pessoais de uma nova etapa da vida com os interesses da PJ, que perde um elemento experiente e conhecedor, com saberes para transferir para as gerações futuras.
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E é isto que acontece quando a lei existe, mas a humanidade falha.
Sistema penal que não reage aos seus próprios atropelos perde aquilo que mais pretende salvaguardar: a confiança pública na Justiça.
Quem assegura diariamente a execução das decisões judiciais conhece melhor do que ninguém o impacto das regras.
Polícia Judiciária e Ministério da Justiça deveriam pugnar e ser exemplo de total transparência.
É da escuta que nascem reformas sólidas.
É vital que os trinta ‘formados’ passem o testemunho que receberam aos que vão entrando.
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