Armando Esteves Pereira

Diretor-Geral Editorial Adjunto

Europa grega

22 de fevereiro de 2015 às 00:30
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Houve tensão no Eurogrupo até se alcançar o acordo que permite à Grécia prolongar um empréstimo por mais quatro meses.

O governo do Syriza fica com euros para poder pagar aos funcionários públicos e reformados e honrar outros compromissos, mas os credores alemães recusam passar um cheque em branco e exigem algumas condições. Tsipras e o ministro Varoufakis estão a ter uma tarefa complicada.

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A revolução vermelha de Atenas já evoluiu do não pagamos ao queremos melhores condições para pagar. Nesta Europa, não há jantares grátis para os países. Só os bancos é que têm dinheiro quase de borla.

O drama grego ainda não acabou. Vai ser uma pedra no sapato da Europa. A crise não acaba em Atenas com a boa vontade do seu governo.

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A permanência dos gregos na moeda única está em aberto. O euro tem o padrão da economia alemã e a Grécia não pode competir a esse ritmo.

Se a Grécia saísse do euro, os salários e as pensões teriam um poder de compra muito inferior. Equivalente aos resultados da troika, por outros meios.

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