Armando Esteves Pereira
Diretor-Geral Editorial AdjuntoOito anos após a implosão do Lehman Brothers, que ampliou a crise financeira iniciada com os créditos subprime nos EUA, a Banca europeia vive num turbilhão.
Portugal está particularmente exposto à crise, com a capitalização milionária da Caixa com dinheiro dos contribuintes, o BCP a bater esta semana mínimos na Bolsa, e a indefinição sobre o futuro do Novo Banco. Mas a crise da Banca lusa é apenas uma gota de água comparada com a dos gigantes alemães.
O Deutsche Bank afunda-se perigosamente na Bolsa. Nesta crise, além dos contribuintes e acionistas, quem paga a conta são os bancários. As previsões de despedimentos, cá e na Europa, são aterradoras.
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