Armando Esteves Pereira
Diretor-Geral Editorial AdjuntoA candidatura ibérica à organização do Campeonato Mundial de Futebol de 2030 é fortíssima. Ambos os países têm um registo favorável na organização de grandes competições e são duas potências na modalidade. Organizar uma prova com o impacto global que tem esta competição é um projeto mobilizador.
Mas também há perigos quando o dinheiro público é gasto de forma desproporcionada, como nos ensina a tragédia financeira grega na ressaca dos jogos olímpicos de Atenas de 2004.
Portugal também já tem cadastro para aprender com erros do passado. O Campeonato Europeu de 2004 foi uma festa, mas deixou uma pesada herança.
Dos estádios construídos para a competição há três que poderiam figurar numa exposição sobre o desperdício monumental do dinheiro dos contribuintes: Aveiro, Leiria e Algarve.
E a Pedreira de Braga, apesar dos prémios de arquitetura, é um palco pouco funcional, que se tornou num pesadelo para o município da cidade dos arcebispos.
Um Mundial em solo português só é boa notícia se os contribuintes forem poupados ao desperdício de milhões de euros em betão para novos estádios.
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