Armando Esteves Pereira
Diretor-Geral Editorial AdjuntoNo dia em que António Costa apresentou a demissão, o Presidente da República foi num passeio a um beco sem saída, com jornalistas, e deu uma explicação, com factos adulterados, sobre o monumento que lembra o processo dos Távoras. Naquele sítio havia o Palácio do Duque de Aveiro, um dos inimigos do Marquês de Pombal, que foi torturado e supliciado, como quase toda a família, por alegadamente ter mandado matar o rei. O palácio foi arrasado e o futuro Marquês mandou salgar o tereno para que nenhuma erva voltasse a crescer naquele beco tão perto dos agora famosos pastéis de Belém. Nos misteriosos desígnios de Marcelo é difícil entender a metáfora da visita ao beco. Porque o processo dos Távoras dá para muitas leituras, desde vingança sobre inimigos poderosos a abusos na Justiça. Ou, mais literalmente, talvez sirva para mostrar que este País está cada vez mais parecido com um beco sem saída, salgado.
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