Armando Esteves Pereira
Diretor-Geral Editorial AdjuntoA independência dos bancos centrais face aos governos é um dos pilares do euro, uma herança do germânico Bundesbank que deu bons resultados com o marco alemão.
De repente uma frase quase inócua do governador do Banco de Portugal sobre as tentações de reduzir a independência dos bancos centrais desencadeou uma reação intempestiva do Ministério das Finanças que pediu uma retratação.
Carlos Costa, que não depende do Governo para concluir o mandato até 2020, nem respondeu.
Sob a capa deste conflito institucional também está subjacente uma velha rivalidade pessoal. Costa foi superior hierárquico de Centeno e travou a promoção do atual ministro em 2013.
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É verdade que o Presidente dos EUA diz muitas coisas, mas que ninguém tenha dúvidas: o diabo está à solta.
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Isto não é um conto surrealista, é o que está a acontecer perto de Leiria.
Os líderes europeus não conseguem proteger-nos dos efeitos desta guerra.
Trump está a ser uma desgraça para o Mundo.
Seguro afastará cenários de conflito e puxará pela coesão, evitando a tendência dos miniciclos.