Portugal tem vivido nos últimos anos num clima de profunda austeridade que afeta a qualidade de vida de todos nós. Mas no seio deste ambiente austero surge uma atividade onde há quem entenda ter condições para remar contra esta maré.
Independentemente dos discursos deparamos com investimentos anuais e aumentos dos custos como poucas vezes aconteceram no passado. As exigências da UEFA não são problema. A capacidade competitiva tem de ser garantida, é verdade. Mas também é fundamental que só se paguem salários milionários aos jogadores que façam a diferença. E esses são uma minoria.
Face à situação em que está a banca ainda há quem não tenha ganho juízo. E os adeptos, hipnotizados, podem vir a acordar no meio do terramoto.
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