António Marçal
Presidente Sindicato dos Funcionários JudiciaisOs debates entre os vários líderes dos partidos políticos seguem a bom passo nas televisões nacionais. Os temas trazidos a debate não têm sido os que verdadeiramente mexem com a vida real dos portugueses. Quem ganha ou quem perde o debate tem sido o que mais se tem destacado nos comentários televisivos que se prolongam muito para além do tempo que os mesmos duram. Discute-se quem atacou mais, quem se defendeu melhor ou pior. Por conseguinte, a cortina de silêncio é tão espessa que não conseguimos sequer vislumbrar o que podem os Oficiais de Justiça esperar para 2022, e anos seguintes, no que à sua carreira diz respeito. Há questões espinhosas a resolver, como, por exemplo: Chegaremos ao fim deste ano com ou sem o Estatuto Profissional revisto, sucessivamente adiado por governações anteriores? As horas trabalhadas para lá do horário normal vão ser pagas ou compensadas com um regime de aposentação diferenciado? O suplemento de recuperação processual vai, finalmente, ser integrado no vencimento, ou se mais uma vez ficará adiado ‘sine die’? São estas as principais questões que, legitimamente, 7500 Oficiais de Justiça e suas famílias, na qualidade de eleitores, gostariam de ver esclarecidas pelos principais partidos políticos.
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