Na Régua, terra de vinhas e vinhos e de lavradores esforçados e sopas reforçadas, o Presidente da República escreveu o discurso do Dia de Portugal com o serrote e a tesoura da poda em cima da secretária e alertou ser necessário “cortar os ramos mortos que atingem a árvore toda”, no que pode ser entendido como um recado a todos nós, mas talvez a António Costa em particular. Mas a tesoura de Marcelo é romba e aparentemente pouco eficaz na cepa socialista. O primeiro-ministro terá sorrido para dentro e talvez anotado o uso futuro do ditado popular ‘os bons vinhos fazem-se na vinha’.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Afinal de que adiantam dias de descanso se tivermos fome e sem casa para morar?
Um conjunto sistematizado de princípios e normas que prescrevem direitos e deveres recíprocos
Em Portugal, nada é mais difícil do que o humor. A realidade vem sempre coberta por uma mortalha absurda que derrota qualquer concorrência.
Olhamos para o lado e vemos o Governo espanhol a apoiar famílias e empresas
Sem intermediação religiosa
Não gostava do Generalíssimo como não gostava do dr. Salazar, o que várias vezes se apresentou ser um problema para a família
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos