Os debates entre os candidatos à Presidência estão a tornar-se repetitivos. É inevitável. O poder diminuto do chefe de Estado não permite grande abrangência de temas. Ficamos a saber o que pensam, mas conscientes que pouco ou nada podem fazer para levar à prática as suas ideias. Resumindo, não governam, não decidem, não mandam. Talvez faça sentido, no futuro, perguntar aos portugueses se um sistema presidencialista não seria preferível.
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