Decerto, Pedro Nuno Santos nunca terá ouvido falar da cláusula “rebus sic stantibus”. Esse latinismo, cunhado pela doutrina jurídica, titula o direito de rescindir ou rever um contrato devido a uma modificação imprevisível das circunstâncias em que se fundou a sua celebração. Ora, há boas razões para o aplicar à política. Se o líder do PS entendia que Luís Montenegro apresentou uma moção de confiança para se esquivar a prestar esclarecimentos ante uma Comissão Parlamentar de Inquérito, deveria ter-se abstido para evitar a dissolução do Parlamento. Ao fazê-lo não estaria a violar a sua palavra.
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Afinal de que adiantam dias de descanso se tivermos fome e sem casa para morar?
Não gostava do Generalíssimo como não gostava do dr. Salazar, o que várias vezes se apresentou ser um problema para a família
Olhamos para o lado e vemos o Governo espanhol a apoiar famílias e empresas
Em Portugal, nada é mais difícil do que o humor. A realidade vem sempre coberta por uma mortalha absurda que derrota qualquer concorrência.
O mais urgente: remeter ao MJ as propostas da regulamentação em falta, para aprovação.
Sem intermediação religiosa
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