Nos meus tempos de liceu havia sempre uma rapariga assim e nenhuma de nós queria ser como ela. Era “popular”, mas popular de uma forma que ninguém assumia em voz alta. Os rapazes sabiam o nome dela, os professores não a conheciam, e nós (as outras) usávamos uma alcunha que circulava nos corredores com a velocidade própria das coisas que não se devem dizer. Era famosa. Não era respeitada. Toda a gente conhecia a diferença, e toda a gente fingia que não.
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