O grandessíssimo sonho erótico de qualquer preso é a fuga. A história, os romances e os filmes estão repletos de fugas assombrosas, desde a fuga de Papillon da prisão rochedo da Guiana francesa, até à fuga de Alcatraz, que inspirou Clint Eastwood e o seu “Escape from Alcatraz”. Mesmo em Portugal, a fuga de Vale de Judeus, em que 100 presos escaparam por um túnel, teve ainda um pingo de romanesco. Mas, como a História, quando se repetem, as fugas arriscam-se a passar do romanesco à farsa. Partir à pedrada lâmpadas exteriores para que à noite as câmaras de vigilância fiquem cegas, ter uma cerca eléctrica desligada porque o sistema de energia não aguenta, em simultâneo, a cerca e a luz eléctrica na prisão, roça o ridículo e envergonha os serviços públicos. À pedrada não há filme nem romance que resistam.
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