Os aficionados aguardavam com muita expectativa a abertura da Temporada 2018 no Campo Pequeno, a mais importante praça de toiros do país e uma das mais bonitas do mundo. O cartel da corrida à portuguesa era atractivo e, por isso, as bancadas da nossa Monumental de Lisboa encheram-se de público já saudoso de espectáculos tauromáquicos na capital. O espectáculo teve início ás 21H45, horário que será para continuar, ao mesmo tempo que é suprimido o habitual intervalo, com a intenção de tornar as corridas menos demoradas. Depois de se ter guardado um minuto de silêncio em homenagem a várias figuras da Festa que desapareceram ultimamente, o espectáculo dirigido por Pedro Reinhardt, acolitado pelo veterinário Jorge Moreira da Silva, teve início com a lide do cavaleiro Rui Fernandes perante um toiro de 650 quilos.O cavaleiro da Charneca da Caparica teve algumas dificuldades perante um toiro com violentas investidas. No entanto, com experiência conseguiu ultrapassar as dificuldades e alguns toques na montada, deixando ferragem bem colocada, preparando e rematando as sortes a contento. O toiro foi pegado por Francisco Graciosa, do grupo de Santarém
que conseguiu consumar à 3ª. tentativa.O toiro de 588 quilos não era fácil, tardo em investidas e por vezes de grande violência, e obrigou o cavaleiro a trabalho aturado porque o toiro dificultava o labor do cavaleiro que com grande tenacidade conseguiu cravar alguns ferros de muito mérito. A pega de Francisco Bissaia Barreto, de Montemor, foi consumada ao primeiro intento. Cavaleiro e forcado deram volta a arena. Os toiros da ganadaria António Silva proporcionaram excelentes lides o que tornou o espectáculo muito bem dirigido, pleno de interesse e animado. Prenúncio de uma grande temporada?
Saiu um toiro de 550 quilos para João Moura Júnior que soube aproveitar as boas qualidades do toiro. Boas preparações, dois bons ferros compridos e ferragem curta de elevado valor. Rematou as sortes com longos ladeios que o público aplaudiu com calor. A pega esteve a cargo de António Vacas de Carvalho, do grupo de Montemor, que a executou de forma excelente. Cavaleiro e forcado foram premiados com volta a arena, sendo que o forcado deu uma segunda exigida pelo público. João Telles lidou o 3º. que pesava 624 quilos, conseguindo alguns ferros de nota elevada sobretudo em três curtos. Lourenço Ribeiro, de Santarém, consumou uma grande pega à 1ª. tentativa, suportando a cambalhota do toiro sem sair da córnea. Cavaleiro e forcado foram premiados com volta a arena. No 4º. da noite, com o peso de 590 quilos, Rui Fernandes esteve mais afortunado com as qualidades do toiro. Por isso, teve oportunidade de mostrar a sua categoria através de excelentes ferros, fechando a lide com dois curtos preparados com os cites de "balancé" tão apreciados. Uma boa actuação.
O toiro com muita pata foi pegado por Francisco Borges, de Montemor, que ficou inanimado na arena, sendo dobrado por João da Câmara que executou uma grande pega. Cavaleiro e forcado deram volta a arena. Pesava 685 quilos o 5º. toiro, cuja lide coube a João Moura Júnior. O cavaleiro alentejano mostrou uma vez mais a sua imensa categoria, terminando a lide com um ferro curto de elevado mérito. António Taurino, de Santarém, fechou-se muito bem numa grande pega, da qual resultou um elemento lesionado. A cavaleiro e forcado foi concedida a volta a arena. O último da noite foi lidado por João Telles que parece acusar ainda o início de temporada.
O toiro de 588 quilos não era fácil, tardo em investidas e por vezes de grande violência, e obrigou o cavaleiro a trabalho aturado porque o toiro dificultava o labor do cavaleiro que com grande tenacidade conseguiu cravar alguns ferros de muito mérito. A pega de Francisco Bissaia Barreto, de Montemor, foi consumada ao primeiro intento. Cavaleiro e forcado deram volta a arena. Os toiros da ganadaria António Silva proporcionaram excelentes lides o que tornou o espectáculo muito bem dirigido, pleno de interesse e animado. Prenúncio de uma grande temporada?
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