Em 2017 a Ordem dos Médicos propôs que as chamadas “baixas médicas de curta duração – até 3 dias” deixassem de obrigar a uma consulta médica para atestar a doença e passassem a ser substituídas por uma declaração de honra da autoria do cidadão doente. O suporte para esta medida tinha por base a dificuldade do médico em conseguir demonstrar que um ou dois dias antes o doente tinha estado doente. Ou seja, o médico tinha e tem de acreditar no doente.A poupança gerada ao nível da ocupação burocrática de milhares de médicos, do recurso exagerado aos serviços de urgência e o conforto e tempo para o cidadão doente era e é óbvia. Defender a validação de tal compromisso de honra através da linha SNS24 é um total absurdo que deve ser evitado. A responsabilidade é do cidadão ou do médico.
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Afinal de que adiantam dias de descanso se tivermos fome e sem casa para morar?
Não gostava do Generalíssimo como não gostava do dr. Salazar, o que várias vezes se apresentou ser um problema para a família
Olhamos para o lado e vemos o Governo espanhol a apoiar famílias e empresas
Em Portugal, nada é mais difícil do que o humor. A realidade vem sempre coberta por uma mortalha absurda que derrota qualquer concorrência.
O mais urgente: remeter ao MJ as propostas da regulamentação em falta, para aprovação.
Sem intermediação religiosa
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