André Ventura e Cotrim Figueiredo estiveram frente a frente na SIC no seu último debate que foi, também, o primeiro em que notei uma pequena falha de Clara de Sousa, bem-intencionada na questão, mas mal informada no que diz respeito ao seu conteúdo. Foi quando colocou uma pergunta sobre a suspensão do mandato de deputado europeu, algo que os regulamentos comunitários nem sequer admitem. Quando ao fim de oito debates e de horas de moderação tudo o que se pode apontar a quem os conduziu é um deslize dessa diminuta dimensão, está tudo dito em relação à qualidade do seu trabalho. No balanço geral dos debates que Clara moderou há pouco que eu possa dizer que não tenha já dito: ela tem uma espécie de toque de Midas que fez com que os frente a frente em que intermediou a discussão fossem os mais interessantes, vivos e esclarecedores de todos. Esse toque de Midas chama-se talento, trabalho e competência e eu confesso que vou ter saudades.
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