São muitos os desafios que enfrentam as Universidades para os próximos tempos. Alguns deles dizem respeito a alterações legislativas e cabem em primeiro lugar ao Governo, devendo as Universidades dar o seu contributo para que tenhamos leis mais justas, equilibradas e simples. Trata-se, fundamentalmente, de adaptar os diplomas existentes aos novos tempos, numa perspetiva de estabilidade, ultrapassando alguns dos constrangimentos resultantes das pressões conjunturais, que lhe deram origem. Outros, têm mais diretamente a ver com a organização das Universidades naquilo que são as suas respostas aos principais desafios societais modernos. Estes desafios são temas complexos e abrangentes onde encontramos evidentes zonas de sobreposição, pois todos eles partilham e integram características comuns de natureza política, económica, social, tecnológica, ambiental e legal.
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Há quem julgue que criticar por criticar dá tecto às pessoas.
E é isto que acontece quando a lei existe, mas a humanidade falha.
Já se sabia que o jogo de Francesco Farioli tem muita rigidez.
Com um líder genuíno, há união, coordenação e resposta eficaz da proteção civil.
Quase ninguém confronta o essencial: uma semana depois, mais de 200 mil pessoas continuam sem luz e o Plano Europeu de Proteção Civil nem sequer foi acionado.
Reforma dos profissionais da GNR está a ser tratada como se fosse uma mera despesa e não como um direito.
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