O Governo não se dá bem com o verão. Como um produto alimentar delicado, aguentou bravamente os tempos invernais, para começar a dar sinais de desintegração quando o clima melhorou.
O inverno da consolidação orçamental, da saída dos défices excessivos, do salto da economia, tudo foi conseguido. Depois veio o ramerrame dolente, que, afinal, não trouxe descanso. Foram os fogos assassinos, a falta gritante de respostas, a rábula de Tancos.
Uma comissão de inquérito controlada pela esquerda não aprova as conclusões pela falta de dois deputados socialistas.
No seio da geringonça, o PS oscila entre dois amores, correndo o risco de desagradar a ambos, como se viu na reforma das florestas. São disparates a mais. Talvez o outono, com as autárquicas e o Orçamento, ajude a esfriar a cabeça. Do Governo e do PS.
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Afinal de que adiantam dias de descanso se tivermos fome e sem casa para morar?
Não gostava do Generalíssimo como não gostava do dr. Salazar, o que várias vezes se apresentou ser um problema para a família
Olhamos para o lado e vemos o Governo espanhol a apoiar famílias e empresas
Em Portugal, nada é mais difícil do que o humor. A realidade vem sempre coberta por uma mortalha absurda que derrota qualquer concorrência.
O mais urgente: remeter ao MJ as propostas da regulamentação em falta, para aprovação.
Sem intermediação religiosa