Num contexto de concorrência global, o custo da energia tornou-se decisivo para a competitividade industrial. Produzir na Europa é mais caro do que nos EUA ou China, sobretudo devido aos preços da eletricidade. Esta diferença é estrutural, resultando da dependência de importações energéticas, maior carga regulatória e impacto do gás no preço da eletricidade. Os EUA beneficiam de recursos próprios e energia mais barata, aliados a políticas industriais agressivas. A China combina controlo de preços com forte investimento energético. Em ambos os casos, a energia é tida como estratégica. Portugal destaca-se pelo investimento em energias renováveis, o que contribui para um preço da eletricidade mais competitivo dentro do contexto europeu. No entanto, a UE como um todo continua a ser muito pouco competitiva face aos EUA e à China. Os dados da Agência Internacional de Energia para 2025 indicam que o preço médio do MWh na UE era mais do dobro do que nos EUA. A UE enfrenta assim um dilema: liderar a transição energética sem comprometer a sua competitividade industrial. Sem energia competitiva, a UE arrisca perder relevância estratégica. O desafio é equilibrar sustentabilidade, segurança e competitividade, e tal será definidor do sucesso futuro da UE.
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