A primeira vez que ouvi falar de Seymour Hersh foi num artigo da 'Vanity Fair', ainda no século passado. Ali estava o mais temido jornalista de investigação norte-americano, dono de um temperamento que faria de Nero um menino de coro. O imperador romano, pelo menos, tocava harpa. Com Hersh, a música era outra: uma obsessão total, alguns dirão paranoica, em desmascarar as mentiras da política americana.
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Defendo, há muito, muito maiores responsabilidades para as autarquias na prevenção dos incêndios
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