Há uma passagem de ‘Moby Dick’ que, na minha imaginação, evoca diretamente Camões e ‘Os Lusíadas’, quando a tripulação do navio, o ‘Pequod’, avista fogos-de-santelmo. A passagem de ‘Os Lusíadas’ é uma das que mais me comove e, literariamente, uma das mais poderosas – eternizando o Canto V do poema: “Contar-te longamente as perigosas/ Cousas do mar, que os homens não entendem,/ Súbitas trovoadas temerosas,/ Relâmpagos que o ar em fogo acendem,/ Negros chuveiros, noites tenebrosas,/ Bramidos de trovões, que o mundo fendem...”
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Herman Melville (1819-1891) não sabia que estava destinado a esta glória, a de escrever o grande romance americano.
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O que Trump faz ao Mundo não é reparável com pó de mármore ou petróleo.
A caminho do terceiro mês após a tempestade, está quase tudo por fazer no apoio aos portugueses.
O povinho não é para aqui chamado... São os mercados a funcionar!
Em matéria de defesa, baixar padrões pode resolver carências imediatas; raramente resolve o essencial.
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